Interior de uma antiga fábrica, imagem de atmosfera

Novo romance policial de Carlos Alberto Gregório Barros

Terra Vermelha

Num forno antigo de uma fábrica de vidros em ruínas, um cadáver espera pela verdade.

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Brevemente

Está a chegar Terra Vermelha

Nas ruínas da antiga fábrica Angolana, na Marinha Grande, uma equipa de arqueólogos encontra um corpo oculto num forno industrial desactivado. A descoberta abre uma investigação que regressa à memória operária da cidade e ao passado da repressão política.

Terra Vermelha é um romance policial sobre culpa, memória e o preço de chegar demasiado tarde à verdade. A investigação conduz António Silveira, da Polícia Judiciária, através de documentos, lealdades e silêncios que continuam a proteger alguém.

O Mistério

O forno guardou o segredo

Uma equipa de arqueólogos encontra um corpo oculto num forno industrial desactivado. Envolto numa tapeçaria e marcado na pele por um símbolo, o cadáver parece ter esperado tempo a mais para ser descoberto.

Cada documento abre uma nova ferida; cada silêncio protege alguém. À medida que a investigação avança, o passado volta a ameaçar quem procurou enterrá-lo.

Forno antigo de fábrica de vidros, escuro e misterioso
Os elementos

Oito peças de um puzzle sombrio

01

O Cadáver

Um corpo oculto num forno industrial desactivado, envolto numa tapeçaria e marcado por um símbolo.

02

O Forno

Um antigo forno industrial torna-se o lugar de uma descoberta que obriga a regressar ao passado.

03

A Fábrica

As ruínas da Angolana, na Marinha Grande, ligam a investigação à memória industrial da cidade.

04

Os Operários

O trabalho do vidro e as relações entre quem o produzia atravessam o passado do romance.

05

O Frasco do Vidreiro

Um objecto de vidro ligado ao mistério. O seu significado revela-se ao longo da investigação.

06

A Polícia Política

A repressão do Estado Novo faz parte do passado a que a investigação precisa de regressar.

07

A Investigação

António Silveira, da Polícia Judiciária, procura compreender um crime e os silêncios que o protegeram.

08

A Verdade Enterrada

O tempo não apagou as consequências do crime. Descobrir a verdade continua a ter um preço.

Memória Operária

A memória dos que trabalharam junto ao fogo

A memória do trabalho na indústria vidreira da Marinha Grande atravessa Terra Vermelha. Os lugares, as relações entre os operários e o saber ligado ao vidro dão um território humano à investigação.

O romance regressa aos anos da repressão política para compreender as escolhas das personagens e as consequências que chegaram ao presente. As personagens e os acontecimentos são ficcionais, embora a escrita tenha nascido de impressões reais, conversas e memórias.

Uma investigação que aproxima a história colectiva da vida privada.

Sinopse

De que fala Terra Vermelha

Nas ruínas da antiga fábrica Angolana, na Marinha Grande, uma equipa de arqueólogos encontra um corpo oculto num forno industrial desactivado. Envolto numa tapeçaria e marcado na pele por um símbolo, o cadáver parece ter esperado muitos anos para ser descoberto.

A investigação da Polícia Judiciária conduz António Silveira através da memória operária da cidade, dos anos da repressão política e de uma teia de lealdades construída para sobreviver ao tempo.

Ler a sinopse completa

Cada documento abre uma nova ferida; cada silêncio protege alguém.

À medida que o passado regressa, a verdade deixa de ameaçar apenas quem a enterrou. E Silveira percebe que há pessoas dispostas a matar para conservar intacta a versão da história que lhes deu poder.

Terra Vermelha é um romance policial sobre culpa, memória e o preço de chegar demasiado tarde à verdade.

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Atmosfera

Galeria atmosférica

Imagens de atmosfera associadas ao universo ficcional do romance.

O universo de Terra Vermelha

Durante mais de sessenta anos, o forno guardou o segredo.

Há verdades que não ardem. Apenas esperam.

O passado não morreu. Ficou apenas coberto de pó vermelho.

Na terra dos vidreiros, até o silêncio corta como vidro.

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O Autor

Carlos Alberto Gregório Barros

Carlos Alberto Gregório Barros é escritor e professor voluntário, natural da Marinha Grande. Interessa-se pela história, pela fotografia, pelo vídeo e pelas novas tecnologias, áreas que acompanham a sua actividade criativa.

A ligação à Marinha Grande, à sua memória industrial, ao pinhal e ao mar acompanha a escrita de Terra Vermelha. No romance, a investigação policial aproxima o passado colectivo da vida das personagens.

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FAQ

Perguntas frequentes

Quando será lançado Terra Vermelha?

O lançamento está previsto para o segundo semestre de 2026. A data e o local serão publicados quando estiverem confirmados. Podes acompanhar as novidades através da newsletter.

Como posso reservar o meu exemplar?

Pode preencher o formulário de pré-reserva nesta página ou contactar-nos diretamente através de autor@terravermelha.pt. A reserva não implica pagamento imediato.

Haverá versão ebook?

Sim, está prevista uma versão digital (ebook) que será disponibilizada após o lançamento da edição física.

Posso pedir um exemplar autografado?

Claro! No formulário de pré-reserva, basta assinalar a opção «exemplar autografado». O autor terá todo o gosto em personalizar o seu livro.

O livro é inspirado em factos reais?

Terra Vermelha é uma obra de ficção, mas inspira-se fortemente no contexto histórico real da Marinha Grande e da indústria vidreira portuguesa dos anos 40, incluindo as condições de trabalho, a luta operária e a repressão do Estado Novo.

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