O Cadáver
Um corpo oculto num forno industrial desactivado, envolto numa tapeçaria e marcado por um símbolo.

Novo romance policial de Carlos Alberto Gregório Barros
Num forno antigo de uma fábrica de vidros em ruínas, um cadáver espera pela verdade.
↓Nas ruínas da antiga fábrica Angolana, na Marinha Grande, uma equipa de arqueólogos encontra um corpo oculto num forno industrial desactivado. A descoberta abre uma investigação que regressa à memória operária da cidade e ao passado da repressão política.
Terra Vermelha é um romance policial sobre culpa, memória e o preço de chegar demasiado tarde à verdade. A investigação conduz António Silveira, da Polícia Judiciária, através de documentos, lealdades e silêncios que continuam a proteger alguém.
Uma equipa de arqueólogos encontra um corpo oculto num forno industrial desactivado. Envolto numa tapeçaria e marcado na pele por um símbolo, o cadáver parece ter esperado tempo a mais para ser descoberto.
Cada documento abre uma nova ferida; cada silêncio protege alguém. À medida que a investigação avança, o passado volta a ameaçar quem procurou enterrá-lo.

Um corpo oculto num forno industrial desactivado, envolto numa tapeçaria e marcado por um símbolo.
Um antigo forno industrial torna-se o lugar de uma descoberta que obriga a regressar ao passado.
As ruínas da Angolana, na Marinha Grande, ligam a investigação à memória industrial da cidade.
O trabalho do vidro e as relações entre quem o produzia atravessam o passado do romance.
Um objecto de vidro ligado ao mistério. O seu significado revela-se ao longo da investigação.
A repressão do Estado Novo faz parte do passado a que a investigação precisa de regressar.
António Silveira, da Polícia Judiciária, procura compreender um crime e os silêncios que o protegeram.
O tempo não apagou as consequências do crime. Descobrir a verdade continua a ter um preço.
A memória do trabalho na indústria vidreira da Marinha Grande atravessa Terra Vermelha. Os lugares, as relações entre os operários e o saber ligado ao vidro dão um território humano à investigação.
O romance regressa aos anos da repressão política para compreender as escolhas das personagens e as consequências que chegaram ao presente. As personagens e os acontecimentos são ficcionais, embora a escrita tenha nascido de impressões reais, conversas e memórias.
Uma investigação que aproxima a história colectiva da vida privada.
Nas ruínas da antiga fábrica Angolana, na Marinha Grande, uma equipa de arqueólogos encontra um corpo oculto num forno industrial desactivado. Envolto numa tapeçaria e marcado na pele por um símbolo, o cadáver parece ter esperado muitos anos para ser descoberto.
A investigação da Polícia Judiciária conduz António Silveira através da memória operária da cidade, dos anos da repressão política e de uma teia de lealdades construída para sobreviver ao tempo.
Cada documento abre uma nova ferida; cada silêncio protege alguém.
À medida que o passado regressa, a verdade deixa de ameaçar apenas quem a enterrou. E Silveira percebe que há pessoas dispostas a matar para conservar intacta a versão da história que lhes deu poder.
Terra Vermelha é um romance policial sobre culpa, memória e o preço de chegar demasiado tarde à verdade.
Imagens de atmosfera associadas ao universo ficcional do romance.
O universo de Terra Vermelha
Durante mais de sessenta anos, o forno guardou o segredo.
Há verdades que não ardem. Apenas esperam.
O passado não morreu. Ficou apenas coberto de pó vermelho.
Na terra dos vidreiros, até o silêncio corta como vidro.

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O Autor
Carlos Alberto Gregório Barros é escritor e professor voluntário, natural da Marinha Grande. Interessa-se pela história, pela fotografia, pelo vídeo e pelas novas tecnologias, áreas que acompanham a sua actividade criativa.
A ligação à Marinha Grande, à sua memória industrial, ao pinhal e ao mar acompanha a escrita de Terra Vermelha. No romance, a investigação policial aproxima o passado colectivo da vida das personagens.

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Terra Vermelha é uma obra de ficção, mas inspira-se fortemente no contexto histórico real da Marinha Grande e da indústria vidreira portuguesa dos anos 40, incluindo as condições de trabalho, a luta operária e a repressão do Estado Novo.
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